segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

“Comunicar com a Criança”


Atualmente a violência física ou verbal em contexto escolar, caraterizada por “Indisciplina, violência e exclusão” assume nas escolas os primeiros indícios de Bullying e desde logo comportamentos antissociais, suscitando grande preocupação por parte de todos os intervenientes no processo educativo nomeadamente, pais, professores, associação de pais e toda a comunidade educativa.
O fenómeno é por si só tão complexo e intervêm nele tantas variáveis de natureza tão diversificada, que não nos parece ser possível oferecer ou apontar soluções com sucesso garantido para este problema. Só com o envolvimento dos pais podemos ajudar as crianças, os próprios pais, e todos juntos podemos ajudar as escolas. Quando os pais se envolvem, as crianças melhoram a sua conduta e as suas aprendizagens.
 Neste contexto e à medida que os filhos crescem, entram na escola, tornam -se progressivamente mais independentes e passam cada vez mais tempo com os amigos, a importância de falar com eles não diminui, mas sim aumenta!.Comunicar e dialogar abertamente com os filhos é pois essencial para alimentar a relação, para partilhar ideias e opiniões.
 Toda esta informação obtida com as crianças/adolescentes pode fornecer pistas valiosas para o diagnóstico e prevenção do Bullying. 




Aqui ficam algumas ….- Sugestões Sobre Como Manter uma Boa Comunicação Com os Filhos.
 "escolasaudavelmente.pt/alunos/criancas/construir-uma-escola-saudavelmente"

“Manter uma Boa Comunicação Com os Filhos”
- “Criar tempo para ouvi-los falar sobre o seu dia-a-dia e as atividades que realizarem, garantindo que a criança sabe que estamos realmente interessados e a ouvi-la atentamente. À medida que as crianças crescem já não passam tanto tempo connosco ou já não nos procuram tanto, por isso é importante fazer um esforço para passar tempo a dialogar com elas aproveitando as alturas em que estão mais disponíveis para isso (por exemplo, antes de deitar, antes do jantar, no carro…).”
- “Falar COM os nossos filhos e não PARA os nossos filhos. Mostrar interesse e aprender sobre os seus interesses. Iniciar uma conversa partilhando aquilo que pensamos sobre determinado assunto (em vez de começar a conversa com uma questão).”
- “Fazer perguntas abertas, que impliquem respostas mais completas do que apenas “sim” ou “não”.”
- “Demonstrar que estamos realmente a escutar: parar o que estamos a fazer para as ouvir, sempre que estão a falar sobre as suas preocupações; expressar interesse sobre o assunto do qual nos estão a falar; deixá-las acabar de falar, antes de falarmos nós.”
- “Encorajar os filhos a ler (e ler com eles) livros e histórias que estejam ligeiramente acima do seu nível de competências atual.”

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